sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Curso: Alfabetização e letramento na educação bilíngue: aportes teóricos e metodológicos

Este é um curso que será oferecido pelo SINPRO (sindicato dos professores do Estado de São Paulo). Para obter informações, mande email para Mara do SINPRO, no email mara@sinprosp.org.br ou no telefone 5080 59 74.

Fevereiro 2010
Alfabetização e letramento na educação bilíngue: aportes teóricos e metodológicos
Público-alvo: Professores de educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental bilíngue e demais interessados
Objetivo: Construir uma base teórica que sustente as práticas de alfabetização e letramento propostas a crianças bilíngues com vistas à formação de um usuário competente das línguas na comunicação oral e escrita

Conteúdo: Conceitos de bilinguismo e educação bilíngue; modelos de educação bilíngue presentes no Brasil; conceitos de letramento e alfabetização; o processo de alfabetização em uma perspectiva sócio-construtivista; formação de leitores e de escritores; ensino-aprendizagem de segunda língua: múltiplas perspectivas; análise de situações didáticas em contextos bilíngues; construção coletiva de princípios sobre alfabetização de crianças bilíngues; proposição de alternativas de trabalho na educação bilíngüe que contemplem a formação cultural e o acesso à leitura e à escrita pela criança
Professores: Selma de Assis Moura

Pedagoga, mestre em Linguagem e Educação pela USP, tem atuado como professora, coordenadora pedagógica e assessora em escolas bilíngües
Período: 3, 10 e 24 de fevereiro; 3, 10, 17, 24 e 31 de março; 7 e 14 de abril (quartas-feiras), das 19h às 22h
Carga horária: 30 horas
Número de vagas: 30
Preço: sindicalizados – R$ 183,00 – não-sindicalizados – R$ 366,00

sábado, 3 de outubro de 2009

Educação do talvez, descrita por Larrosa.



Educação do talvez, descrita por Larrosa “[que] tem a ver com o talvez de uma vida que nunca poderemos possuir, com o talvez de um tempo no qual nunca poderemos permanecer, com o talvez de uma palavra que não compreenderemos, com o talvez de um pensamento que nunca poderemos pensar, com o talvez de um homem que não será um de nós. Mas que, ao mesmo tempo, para que sua possibilidade surja, talvez, do interior do impossível, precisam de nossa vida, de nosso tempo, de nossas palavras, de nossos pensamentos e de nossa humanidade”.